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Artista: Renata Arruda
CD "DEIXA"


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www.renataarruda.com.br/deixa

Renata Arruda lança “Deixa”

Disco é o sexto da carreira da cantora paraibana

Se encaixar a música de Renata Arruda em um estilo musical único é tarefa complicada, é exatamente na facilidade com que a cantora transita por diferentes estilos que está a unicidade deste “Deixa” (primeiro lançamento do selo Canela), sexto disco de carreira, que Renata lança agora, com 14 composições próprias, escritas sozinha ou em parceria.

Por outro lado, “Deixa”, produzido por Robertinho do Recife – com quem Renata já havia trabalhado em seus dois álbuns anteriores, “Pegada” (2005) e “Por elas e outras” (2003) – valoriza um “quê” de Nordeste, presente em toda a obra de Renata Arruda, paraibana com muito orgulho.

Assim é o pop rock que abre o disco, “Palavra escrita” (parceria com a novelista Maria Carmem Barbosa), salpicado de uma pegada de baião, mesmo estilo usado em “Vitamina”, essa uma bem humorada composição dividida com o conterrâneo Chico César. O toque do forró fica por conta de “Rota” (Renata Arruda/ Nando Cordel) e “Na correnteza” (com Bebeto Alves, parceiro também em “Marcas e sinais”).

“Desprevenida”, por sua vez, é um belíssimo samba composto com Antônio Villeroy. E Renata divide a autoria da balada “Fagulha rara” com outra especialista, Zélia Duncan. A atriz Lúcia Veríssimo (responsável pela direção artística e concepção do projeto) surpreende como compositora e assina, com Renata, duas das canções: “Deixa eu voltar” e “Pendor”. Curiosamente, a primeira aparece duas vezes no mesmo disco, com um arranjo mais complexo e, depois, numa versão voz e violão. Já “Pendor” é um lamento nordestino, como há muito não se fazia, com direito a aboio e tudo – aquele canto do sertanejo pra acalmar ou guiar o gado – que Renata canta praticamente à capela – acompanhada apenas pelo próprio Robertinho do Recife, na cítara – com uma emoção única, carregada no sotaque nordestino.

Completam o disco as românticas “Pedido ao tempo” e “Chovendo em mim – com um toque reggae – e “Eu me cheguei” (com Ana Terra) e a irreverente parceria com Danah Costa “Miolo mole de moça”.

Se “palavra escrita quando nasce dói demais” (verso de “Palavra escrita”), quando falada – ou cantada – por Renata Arruda, é (ótima) música para os ouvidos, seja em ritmo de pop, rock, baião, forró, samba, romântica...


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